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AS GAROTAS VAMP - ATACAM DE NOVO Enviar por e-mail
Eróticos - Contos Eróticos
Escrito por: valdenio
valdenio

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Qua, 05 de Agosto de 2009 16:30
A beleza não transmite maldade. A beleza não gera suspeita. A beleza engana as pessoas. Aproveitando-se disso as vampiras, Janety e Valkiria, continuam com sua onda de ataque. O lugar agora escolhido é o Bar Caixa Dois.
Lá se encontra pessoas de todos os níveis que aproveitam a escuridão do local, causada pelas arvores em volta para flertarem a vontade.
As vampiras sentam a mesa, e como sempre, chamam atenção, tanto pela beleza como pelo charme.
A vampira loira, mais experiente e vivida, dá baforadas em seu cigarro, cruzando as pernas, balançando o cabelo e falando dos casos antigos. A morena, de olhar graúdo e penetrante escuta a sua discípula, às vezes tira dúvidas, faz mais perguntas, nunca sabe o bastante.
Conversaram bastante, tempo suficiente para a lua se posicionar ao centro das estrelas.
De repente avistam a vitima perfeita. Ele chega de bicicleta, barbudo, de fisionomia iraquiana, com roupa barata e truques na manga. Tentou entreter as belas com truques de mágica. Mas não impressionou muito, pois magia e bruxaria eram suas especialidades, segredo delas.
Ele fica longo encantado com a beleza, simpatia e inteligência daquelas duas mulheres lindas, uma loira e outra morena. Hipnotizado aceita tudo. Esqueceu que era casado, um senhor de família, pai de duas crianças pequenas.
- Vamos levar para sua toca. A morena aceita.
Mais conversa, mais feitiço e quando Reynaldo, um eletricista simples que jamais imaginou na vida passar por tal experiência, estava nú. A morena sugava, o pobre coitado estava amarelo sem sangue, mas delirando de tanto prazer. A loira assistia a aluna, felicíssima pelo papel cumprido.
Ele tentava resistir, lembrava da mulher, dos filhos, mas uma força superior lhe grudava, enfraquecia o corpo, imaginava se seria o fim ou seria liberado.
Leite derramado, saciadas, liberaram Reynaldo. O pobre coitado quase não consegue pedalar tremendo. Tenta colocar velocidade na bicicleta e depois de longas pedaladas resolve olhar para trás. Apenas o escuro, e tenta se lembrar de quem estava fugindo, com quem estava e o que estava fazendo àquelas horas na rua. Que desculpa dará a esposa. Decidiu.
- Vou parar de beber...



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Qua, 05 de Agosto de 2009

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Última atualização em Qui, 06 de Agosto de 2009 13:36
 
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