Parece que você não efetuou o “login”, ou não é registrado. Cadastre-se, é gratuito. CLIQUE AQUI

APENAS FICAMOS Enviar por e-mail
Eróticos - Contos Eróticos
Escrito por: valdenio
valdenio

(0 votos, média de 0 em 5) "Caso queira votar neste texto, clique de uma a cinco estrelas"

Qui, 23 de Abril de 2009 14:35
Eu não acreditava nesses encontros e namoros pela internet, mas um dia aconteceu comigo. Na agilidade do teclado, a conversa fluía e o interesse aumentava pela mulher misteriosa do outro lado da tela. Na verdade, é bom sempre destacar mulher entre aspas, pois até isso a internet esconde. Às vezes achamos que estamos teclando com a mulher mais linda do mundo, que tudo entre vocês combina, mas de repente, o que se encontrava do outro lado é uma “baranga” ou alguém do mesmo sexo. Nada contra, lógico, apenas deveria ser regra da internet a fidelidade das informações. Já pensou você estar teclando com uma mulher, mas na verdade é um homem!? Muda todo o roteiro, é preciso esconder uns acessórios e utilizar-se de outros.

Tive sorte no acontecimento sexual que vou relatar. Foi sorte mesmo. Porque outras vezes já havia tentado encontros pela internet, mas como as características não batiam com as informações enviadas, nem chegava a freiar o carro. Sem falar das vezes que me escondia atrás do vidro fumê do carro.

Assim que ela me enviou a foto, notei que a conhecia. Não quis falar para não assustar, pois é regra na internet o anonimato total. Um não pode conhecer o outro. Já havia feito algumas matérias com ela na faculdade, mas seu jeito tímido e retraído me manteve distante.

Quando o vidro do carro baixou, ela me reconheceu, mas procurou não demonstrar surpresa. Dentro do carro, poucas palavras, olhares discretos e tímidos. Já na mesa de bar, a conversa começa a pegar o embalo da paixão. Um gole de cerveja e outro e mais outro, ela joga o cabelo exalando o cheiro, cruzas as pernas, e fala do período na faculdade, com quem havia flertado e quem havia deixado de flertar. Estava leve e solta. Hora de levar para a cama.

Antes de abrir o portão de casa, um beijo para deixar ficar claro a que tínhamos vindo. O membro começa a se alterar apenas com o beijo. Afasto-me com o intuito de guardar as energias.

Ela avalia a casa, observando minhas coleções, meus quadros e o feng shui da mobília. Não agüentando mais vê-la vestida puxei para o quarto, e nos beijando caímos na cama. Mão desliza por todas as curvas, abro os olhos rapidamente para confirmar a veracidade do tato. Corpo perfeito. Fecho os olhos e continuo a beijar. Seus cabelos cheirosos caindo por cima de mim, as mordidas, as lambidas, a sucção, tudo isso tornava um momento único. E como no fogo da paixão tudo tem de ser retribuído na mesma medida, comecei a deslizar minha língua quente e úmida sobre seu corpo. O bico dos seios parecem ser os menores que vi. Oh ninfetinha, tu és um presente!

Ela permitiu quase tudo, menos penetração no lugar mais quente e obscuro, pois seus conceitos não permitem tal ato no primeiro encontro. Respeitei. Criou-se uma expectativa e ansiedade para o próximo encontro...

Não houve próximo encontro. Foi apenas “ficar”.



Crie um banner deste artigo em outros sites


Para criar um banner deste artigo em outro site,
copie e cole o texto abaixo em sua página.




Visualizar :

APENAS FICAMOS
Qui, 23 de Abril de 2009

© 2010 - Autores.com.br


Última atualização em Sex, 24 de Abril de 2009 12:50
 
Comentários (0)
Somente usuários registrados podem comentar!