A DESCOBERTA
Cap 4
Voando a toda velocidade Champ, o Corvo, e Roque o sargento, porque precisavam chegar logo a terra dos Índios onde estava Zabor à espera deles.
- Vamos! Dê-me logo essa asa Corvo, não temos muito tempo. Pegou a asa e jogou no caldeirão, e começou a voar em volta emitindo um som nunca ouvido por ninguém. Depois de alguns minutos, pediu para o Champ colocá-los perto do caldeirão, e nesse momento havia uma verdadeira reunião de animais em volta, olhando e torcendo para dar certo.
Champ apavorado começou a gritar para Zabor:
Na primeira troca de plantão, tudo bem, o quadro dos dois nada mudou, na segunda também; mas quando Zabor chegou de manhã, encontrou o Corvo dormindo e nem sinal dos mosquitos. Ela ficou louca.
Cap 4
Voando a toda velocidade Champ, o Corvo, e Roque o sargento, porque precisavam chegar logo a terra dos Índios onde estava Zabor à espera deles.
- Vou deixar tudo pronto e quando chegarem vai ser mais rápido dar a poção para eles, tomara que funcione. Fala a velha coruja que naquele momento estava muito nervosa.
- Vamos! Dê-me logo essa asa Corvo, não temos muito tempo. Pegou a asa e jogou no caldeirão, e começou a voar em volta emitindo um som nunca ouvido por ninguém. Depois de alguns minutos, pediu para o Champ colocá-los perto do caldeirão, e nesse momento havia uma verdadeira reunião de animais em volta, olhando e torcendo para dar certo.
- Então? Já os colocou?
- Já. - responde Champ falando bem baixinho, quase sem fôlego.
- Beba, beba nem se for só um pouco, vocês têm que beber. Junte a última força que têm e beba, vamos...
Champ apavorado começou a gritar para Zabor:
- Não é possível!!! Eles morreram???!!!
- Calma Champ, e calma todos vocês. Segundo o manual do bruxo, isso é normal, vamos deixar eles descansarem. Precisamos montar um plantão à noite toda. Quem será o primeiro?
- Está tudo certo, antes que termine o plantão do Corvo, eu voltarei. (fala Zabor). Agora vou embora antes que o bruxo dê falta, até logo.- saiu à velha coruja voando. Depois que todos foram embora, só ficaram os três e o silêncio assustador da floresta.
- Tudo bem. - diz Roque. Eu sou o primeiro, vão descansar vocês dois.
Na primeira troca de plantão, tudo bem, o quadro dos dois nada mudou, na segunda também; mas quando Zabor chegou de manhã, encontrou o Corvo dormindo e nem sinal dos mosquitos. Ela ficou louca.
- Corvo, você não tem jeito mesmo hein? Acorda dorminhoco, onde estão os mosquitos?
- Então Corvo? Onde eles estão?
- É, sabe o que é? - fala o Corvo ainda sonolento.
- Sabe o que é nada, se acontecer alguma coisa com eles, você vai se dar mal ouviu?
- Tá, tá. Eu os encontro, não precisa ficar nervosa. Afinal de contas, onde poderiam ir daquele jeito?
- Não sei, só sei que não estão aqui.
- Estamos aqui. - diz Ugui
- Deu certo, estamos melhores do que nunca.
- Zork, Ugui? São vocês?? - pergunta Zabor
- Claro que sim, não está nos reconhecendo? E porquê?
- Acho que exagerei um pouco na poção. São vocês mesmo, porque estão um pouco maiores do normal. E o que faziam dentro do caldeirão?
- Esta viagem toda me deu muita fome.
- Eu também estava com fome.
- Então tomaram toda a poção que estava no caldeirão?
- Eu tomei só um pouco, e Ugui foi quem tomou a maior parte.
- Então é isso. Olhe só para vocês, estão bem maiores e mais fortes, a poção funcionou, estão vivos, bem diferentes é claro, mas vivos.
- É isso aí. Vamos fazer uma grande festa, conheço umas garotas que moram aqui perto. Hummm será o máximo - diz o Corvo.
- Nada de festa. - diz Zabor. Nada está certo ainda, temos que observá-los o dia todo caso tenham alguma reação. Dessa vez, vou ficar para eu mesma ver.
- Hei Zork, o que faremos? Apenas ficamos parados?
- Deve ser, mas eu me sinto muito bem, vamos dar uma volta?
- Como vamos sair daqui, com todos nos olhando? Tem até um Sargento...
- Vamos tentar, me siga.
- Eita nós, o que você colocou nessa poção, hein Zabor? Quero um pouquinho pra mim. - diz o Corvo.
- Uma poção simples. Asa de morcegos, pimenta do reino, louro, cravo, água e uma frutinha que o bruxo descobriu. Ela é pequena e de cor laranja, como é mesmo o nome? Lembrei, acerola; esse é o nome. Acho que não devia ter colocado o tanto que coloquei.
- Seja como for, eu quero. Consegue fazer mais?
- Claro que sim. Mas não vou fazer
- Pense em todos os bichos doentes que você pode salvar com essa poção. Vejam aqueles dois, estão bem, eles estão voando mais rápido do que eu. Isso pode ser a descoberta do século. A cura para todas as doenças.
- Não exagere menino, a poção pode não funcionar em outros bichos ou animais.
- Só vai ter um jeito de saber, (diz Roque) testando.
- Olha só. Estamos melhores do que antes. Então podemos fazer uma força tarefa para ajudar todos os seres vivos da floresta e assim, procuramos também nossas famílias. Para isso, temos o Sargento, que entende de estratégias, o Corvo que conhece todos os esconderijos da floresta, Champ que tem o maior coração que conheço e Zabor com a poção "mágica", o time está completo. O que vocês acham? Ficaram todos em silêncio, olhando uns para os outros, e logo concordaram.
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